Mesmo sabendo que os presentes não são o importante da celebração tão importante para a qual nos vamos começar a preparar, pensamos sempre em miminhos para as pessoas de quem mais gostamos. Neste nosso trabalho de Reis Magos, desejo que nenhum de nós se esqueça da verdadeira estrela que seguimos! Mas como lá iremos escolher entre o ouro, o incenso e a mirra, porque não escolher um destes tão valiosos!?
http://www.presentessolidarios.pt/
Isto é uma "gaita galega!"
ResponderEliminarnão sei meter a reflexão doutyro moto senão invadindo campos a despropósito!
Desculpa lá "A", quem quer que sejas...
MEDITANDO
Advento-Natal
“Um Menino nasceu para nós, um filho nos foi dado. Tem o poder sobre os ombros e será chamado Conselheiro Admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da Paz” (Is. 9,5).
«UM MENINO NOS FOI DADO»
"Suscitar-lhes-ei um profeta como tu, de entre os seus irmãos; porei as minhas palavras na sua boca e ele lhes dirá tudo o que Eu lhe ordenar": Dt 18,18
O curioso é que o profeta anunciado já desde Moisés, foi-nos dado como "Um Menino". E esse "Menino" era Deus! Foi-nos dado um "Menino". E nós ficámos com um "Menino" em casa - a casa Terra - e foi mais um bebé a viver connosco. Mas não só a viver connosco, mas para nós,NOSSO! Quer dizer, todos nós! Nesse Natal recebemos uma prenda no sapatinho: um Bebé!. Não um boneco, nem um carrinho, nem uma play stacion, nem um livro... mas um bebézinho que ficou à espera que o cuidassem, lhe dessem leitinho, o tivessem quentinho, lhe mudassem as fraldas... Hum??? Fizémos isso? (na nossa alma, claro) Ficámos contentes com a prenda? Recebemos a prenda?! Ou ainda está no sapatinho (que não usamos) daquele Natal de há 2010 anos? Oh! o sapato já deve estar pôdre! E o Bebé, pobre, ainda aí está!::: Oh Céus!
Voltemos à chaminé.
"...encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada numa manjedoura ".Lc 2,1-20,
Neste caso, no nosso sapato. (Pouca diferença há entre um sapato bolorento e uma manjedoura cheia de palha). Olhemos para Ele. Destapemos a sua carinha. É DEUS! ! ! Olhemos! Olhemos! Olhemos! É DEUS! ! ! UM BEBÉ?!?! É DEUS! ! ! É DEUS! ! ! (cont.) P.Atalivio
MEDITANDO
ResponderEliminarAdvento-Natal
“Um Menino nasceu para nós, um filho nos foi dado. Tem o poder sobre os ombros e será chamado Conselheiro Admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da Paz” (Is. 9,5).
“UM BEBÉ NOS FOI DADO”
Como pode um homem crer num bebé? Como pode confiar-lhe a vida? Acaso não sou eu que lhe devo dar tudo, dir-se-á o adulto a si mesmo?
Habitualmente, os adultos, só dependem dos adultos e, particularmente, sempre tendem a depender de si mesmos: «Eu sei!Eu posso! Eu quero!». A auto-suficiência é muito comum..., é-nos muito comum. Às vezes, é verdade, não é auto-suficiência mas... possivelmente, medo. Temos medo uns dos outros. Desconfiamos uns dos outros. Estamos sós, numa solidão de alma que não se vê mas que situa o homem de hoje em desertos de comunhão extraordinários.
Deus, o “ Príncipe da Paz” , o “Deus connosco”; o “sempre Pai”, apresenta-se-nos como TUDO o contrario dessa solidão: o “ Paz”, o” connosco”, o “sempre Pai”, são títulos absolutamente opostos à indiferença humana. Contra a inquietude que gera a solidão, dá-se-nos a paz, própria de um espírito saciado; contra o individualismo adquirido pela força da ausência dos outros a caminhar junto a nós, dá-se-nos um Alguém, um “connosco”, em quem podemos confiar trabalhos, sonhos, lágrimas e risos, …; contra uma orfandade endémica que assola o homem nas novas gerações de filhos sem uma verdadeira e iluminada paternidade, dá-se-nos um “sempre Pai”.
“Quando orardes, rezai assim: Pai Nosso…” ou Ide dizer aos meus irmãos que vou para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus…” Jo 20,17
E, tudo isto, nos foi dado no Bebé Jesus.
Naquela noite de inverno o mundo tornou-se a casa de Deus na terra. Mais propriamente, uma gruta, refugio de gado e pastores sem cidadania, em Belém, tornou-se a casa de Deus na terra. Melhor, naquela noite do homem, o homem tornou-se casa de Deus na terra. O homem-Gruta, o homem simples e pobre; desconfortável para ”O Bebé”, mas que o Bébé escolheu porque quis, quer dizer, porque amou e é o amor.
Escolheu vir a estas grutas…
Como será: Nós para o Bebé ou o Bebé por nós?
MEDITANDO
ResponderEliminarAdvento-Natal
“Um Menino nasceu para nós, um filho nos foi dado. Tem o poder sobre os ombros e será chamado Conselheiro Admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da Paz” (Is. 9,5).
«ENCONTRAREIS UM MENINO»
Encontrareis um bebé!
Que se pode temer de um bebé? Que perigo pode representar para alguém? Não será antes o contrário que se pode dar?
«Olhai, vede agora o que fazeis com Ele?»
Pensemos no que diz o Anjo – sempre são os anjos que nos levam a Deus. Ele diz: “Encontrareis!” É uma promessa, e as promessas de Deus cumprem-se sempre. “Encontrareis significa que é preciso pôr-se em acção de procurar. Tal como os pastores. Estes eram mal-queridos pela sociedade do seu tempo. Considerados ladrões, não constavam dos recenseamentos e eram temidos por muitos… No entanto é para estes que o Céu se abre em Glórias premiantes e eles, os marginados, confiam.
Ide! Ide! « Encontrareis um Menino envolto em panos e deitado numa manjedoura» Ide! É Deus! É Deus!
«Encontrareis!» Buscai!
O mesmo verbo ‘encontrar’ é usado por André para anunciar a Pedro, seu irmão: «Encontrámos o Messias!» Se encontraram é porque buscavam no seu tempo; porque esperavam . Vão. O desejo da alma é um movimento orante, um clamor do espírito… e eles vão… e encontram.
Deus, o Eterno, o Adonai do monte Sinai, o “Totalmente Outro”, estava ali: A manjedoura, o curral, o frio, a sua casa .. são agora a morada do “Totalmente” precisado de mim…
Levemos-lhe leite de alguma ovelha, doçura de humanidade; queijo e mel de amor, e uma pele de macia lã para os pobres deste mundo…
1º. DOMINGO ADVENTO
«…não sabeis o dia em que virá o vosso senhor.»
Curioso, na América Central, as pessoas, quando se referiam a Deus ou a Jesus diziam sempre: «o meu senhor isto… O meu Senhor aquilo…» A sua relação com Deus, com Cristo, não estava marcada pela distancia afectiva, mas, pelo contrario era-lhes inerente ao ar que respiravam. E, ainda mais curioso era que essa forma de dizer, sempre a escutava da boca dos pobres, muito pobres e nunca dos… não pobres…
Oxalá, neste dia, o “nosso Senhor” revele as nossas pobrezas para que nos tornemos os seus amados confidentes e amigos… assim estaremos sempre preparados.